"Super Chico": menino com síndrome de Down ficou 13 dias na UTI e venceu a covid-19 - Cabeça de Criança
  • “Super Chico”: menino com síndrome de Down ficou 13 dias na UTI e venceu a covid-19

    "Super Chico": menino com Síndrome de Down ficou 13 dias na UTI e venceu a covid-19



    "Super Chico": menino com Síndrome de Down ficou 13 dias na UTI e venceu a covid-19
    Imagem: Reprodução/Instagram

    Famoso na internet por fotos nas quais aparece vestido de herói, “Super Chico” venceu mais uma batalha: a covid-19. O menino com síndrome de Down ficou 13 dias internado na UTI e teve alta do hospital na última quarta-feira (22). “É o menino mais forte do mundo”, comemora a mãe, Daniela Gudes Bombini, em entrevista ao Fantástico.

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    Recuperado da covid-19, Chico precisa ainda ficar alguns dias no setor pediátrico de um hospital em Bauru, no interior de São Paulo. Superação é a palavra que define a vida do pequeno. Ainda dentro da barriga da mãe, aos sete meses, ele passou por uma cirurgia de desobstrução do canal da bexiga. Quando nasceu, aos sete meses e meio, os pais descobriram que o menino tinha síndrome de Down.

    Outra cirurgia na bexiga foi feita no segundo dia de vida da criança, que ainda enfrentou mais cinco operações por causa de outros problemas de saúde. A coleção de vitórias do “Super Chico” é registrada pela mãe do menino com síndrome de Down em um álbum de fotos. Na primeira fotografia, o garoto aparece vestido de Super-Homem.

    “Qualquer data especial, a gente o fantasia para que ele possa viver em um mundo de alegria. Ele tem o poder no olhar o no sorriso”, diz Daniela. “A primeira postagem já explodiu de curtidas. De uma semana para outra, cresceu 20 mil seguidores”, conta. Hoje, já são mais de 167 mil fãs no Instagram.

    Segundo os números do Ministério da Saúde, 56 crianças e adolescentes com síndrome de Down foram infectados pelo novo coronavírus. “As crianças com Síndrome de Down parecem estar lidando bem com a infecção da covid-19, muitos casos assintomáticos, com sintomas leves”, explica a pediatra Ana Cláudia Brandão, da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, ao Fantástico.

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